Home » Crítica, Internet, Pessoal » Speedy: Ate quando?

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Será que somos palhaços?
Hoje praticamente não consegui trabalhar. Minha conexão de 2.0 da Speedy,  se eu disser que está um lixo estou elogiando, por que uma taxa de transferência há 5,6 kbps tem que rir pra não chorar.

Não sei se o fato se deve ao incêndio ocorrido no dia 25/02, onde o prédio da telefônica onde fica os DataCenter pegou fogo. Tentei ligar para o famoso 10315, aguardei aproximadamente 35 minutos e não obtive êxito.

A cada dia com a expansão do serviço, não sei se a telefônica não está suportando a demanda de novos pedidos e assim fica deixando à desejar aos seus clientes. Pagamos por um serviço que não atende os requisitos contratados e quando ligamos para pedir explicações é sempre a mesma história: estamos em manutenção.

Espero que essa lentidão passe logo, pois e-mails, downloads e outras coisas que necessito ficarão para o próximo dia, se até lá estiverem regularizado.

Será que é pedir demais por um serviço decente ou estou exigindo muito?

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1 Comentário

  1. Jean disse:

    Há quem diga que a própria ADSL no Brasil é na verdade, uma conexão discada de alta capacidade e que não teríamos uma ADSL legítima. Não sei se procede ou não, mas os serviços de conexão só são otimizados a favor das operadoras.

    O valor de serviços é caríssimo, considerando a renda média do brasileiro.

    Como no caso do cliente ter de pagar duas vezes pelo mesmo serviço, de autenticação e provedor. Ora, o provedor já deveria disponibilizar conteúdo sem distinguir os serviços, para não falar do preço. Em outros países, Nova Zelândia por exemplo, há pacotes com adsl alta velocidade e tv de alta definição, celular e telefone fixo com grandes pacotes de minutos, tudo por satélite e qualidade das melhores, pelo preço que seria aqui um pacote completo mas apenas de tv paga, sem os outros ítens.

    Já a qualidade de serviços de telefonia, banda larga e a própria tv paga no Brasil todos conhecem.

    Onde está o respeito pelo consumidor? A bolinha no nariz da figura acima é muitas vezes a forma pela qual somos vistos.

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